segunda-feira, 14 de setembro de 2009

[O~Preço]

Neste domingo uma pergunta muito curiosa foi levantada pela minha pessoa que há muito venho guardando: Quem é melhor cantora, Elis Regina ou Maria Rita?

A pergunta é mais complexa do que se imagina caro leitor. Pois na primeira encontramos o talento, a natureza bruta, enquanto na segunda vemos a técnica, a busca da perfeição. Quem é o talento, aquele que nasceu com ele? Quem é o gênio, aquele que desenvolveu do zero uma habilidade? Ou nenhum dos dois ou os dois?

Preciso confessar que para mim, talento é uma aptidão adquirida e maximizada. Não tem nada a haver com nascer com um dom ou ser escolhido por Deus, mas sim do esforço contínuo auxiliado pela inteligência e sensibilidade. Quando uma coisa de destaque é feita por alguém precisamos entender o quanto de energia e tempo ela gastou para chegar ali. Um bom exemplo é Ernest Hemingway que precisou reescrever "Adeus às Armas" só 39 vezes, em consequência ele recebeu um Nobel de Literatura e um Pulitzer.

Nascer com algum condicionamento ajuda? Sim, acredito piamente que sim, mas se não houver esforço, dedicação e foco no objetivo não se chega a lugar nenhum. Um bom exemplo brasileiro que posso por é o Dunga e o Romário. Um sempre foi bom, mas nunca foi disciplinado, o outro nunca foi bom, mas sempre foi dedicado. Hoje podemos ver aonde cada um está.

Assim como Maradona e Pelé, Ronaldinho e Cristiano Ronaldo, Hamilton e Schumacher, que em épocas diferentes buscaram a perfeição de acordo com a sua realidade.

Só pra terminar uma histórinha. Depois de um concerto, uma mulher muito entusiasmada chega para o grande violinista Isaac Sterm e fala: "Eu daria minha vida para tocar como o senhor!"; Isaac responde da seguinte forma: "Pois é, eu fiz isso." Pode parecer bobeira, mas a frase "no pain, no glory" se faz muito séria na vida real.

Seja gênio, seja normal, o importante é fazer a seguinte pergunta quando encontramos um caminho: Quanto estou disposto a sacrificar?

quinta-feira, 30 de julho de 2009

[Votando~a~Escrever]


Página em branco, preciso escrever alguma coisa. Mas não se preocupe caro leitor, não será nada metalinguístico.

Hoje em dia eu me encontro em crise, mas não produtiva e sim temática. Falar de política, como o nosso país está errado ou como as novas gerações se destroem seria como criar um amigo imaginário e este Blog perderia todo o seu sentido.

Quando fui fazer minha entrevista para entrar na AIESEC eu percebi que gostava de ensinar, mostrar coisas e isso me fez continuar no Blog, hoje, não sei mais o que dizer nele sem me tornar chato. Logo, vou contar para vocês o que venho fazendo todo esse tempo longe daqui, mas primeiro, vamos contextualizar.

Por volta dos meus 12-13 anos de idade comecei a jogar RPG(não tem nada a haver com reeducação postural). Sempre tive vontade de criar um sistema para chamar de meu, que as coisas que eu mas queria que tivesse no jogo finalmente pudessem ser feitas. Porém me faltavam maturidade e motivação consistente. Hoje, praticamente 8 anos depois eu me vejo um pouco mais maduro para criar um sistema e com um motivo muito consistente: meus primos mais novos, minha irmã e seus coleguinhas estão sendo tão massacrados por jogos com gráficos chamativos. Fazendo que a linda e gigantesca capacidade de imaginar fique atrofiada.

Hoje, dia 30, estou praticamente finalizando a versão beta do jogo, me encontro feliz, por ver uma coisa minha sendo concluída.

Agora, posso declarar que este blog terá pelo menos duas publicações semanais.

Venham, aproveitem.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

[Idéias]


Construir uma idéia é simples. Descontruí-la é como se fosse o oposto de destruir algo. Afinal, destruir algo material, tangivel não é uma tarefa demorada. Porém, descontruir uma idéia é algo inversamente dificil.

Post curto, mas é melhor que nada!